Tutorial: SEO para e-commerce (primeira parte)

14 de setembro de 2010  | 

e-commerce, por Rakeman, em CC

Foto: Irakli, em CC

Para entender melhor o e-commerce brasileiro, temos muita informação. Segundo o 22º Webshoppers, o mercado de lojas virtuais cresceu 40% no 1º semestre em relação ao mesmo período de 2009, com faturamento de R$ 6,7 bilhões. Foram 20 milhões de e-consumidores e até o fim do ano este número deve chegar a 23 milhões de pessoas comprando online.

Segundo a Serasa Experian Hitwise Brasil, 35% do tráfego das lojas virtuais vem de mecanismos de busca e o termo mais buscado em e-commerce é a palavra “celular”. O interessante nesses dados é que em 3º, 4º e 5º lugares, as palavras mais buscadas são variações do termo “celular”. Outra coisa importante: 96% das buscas na Internet no Brasil são feitas através do Google e 36,97% delas tem 4 ou mais palavras, um cenário um pouco diferente dos EUA, onde 28,22% possuem 4 ou mais palavras.

Quando realizamos uma busca, em geral, são exibidos os 10 resultados orgânicos para aquelas palavras-chave – e os usuários raramente passam desta página. Cada resultado possui uma composição de informações sobre o documento. Como você pode ver abaixo, para a consulta “PagSeguro” o primeiro resultado é composto de 4 partes: um título, uma descrição, uma URL e por fim os chamados sitelinks.

PagSeguro na Busca

Dicas para otimizar o seu site Leia mais…;

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Como (e porque) contratar uma consultoria para Links Patrocinados

09 de setembro de 2010  | 

internet organic growth

Organic Growth, por jurvetson, em CC.

Nós já falamos bastante aqui no blog sobre SEM (Search Engine Marketing). Esta estratégia envolve tanto a otimização de buscas (SEO) como o investimento em Links Patrocinados. Esta ferramenta permite que as pequenas empresas divulguem seus produtos e serviços por si, sem depender da agência, da criação ou de qualquer outro intermediário.

Só que, como sempre, nem tudo são flores. Qual é a melhor palavra-chave para o seu negócio? Investir na palavra errada, aqui, é rasgar dinheiro, literalmente. Ou o investimento não dá o retorno desejado ou você paga mais caro do que devia pelo retorno. Esqueça tudo o que já escutou e comece pelo começo: aprenda! Há muitos bons blogs a respeito do assunto, centenas de artigos publicados online, ao alcance de um clique. Na vida digital, saber é ganhar, sempre. E aprender é possível com uma boa conexão (saber inglês ajuda muito, também).

Em tempos de equipes enxutas, entra em cena uma outra figura: o consultor. Ele é o especialista que vai ajudar a sua empresa a fazer o melhor negócio. Antes de contratar um, lembre: saiba algo sobre os Links Patrocinados, como funcionam, estratégia de marketing digital – estes são os itens principais, mas a lista é infinita, ok? É função do consultor não apenas implantar um programa consistente para a sua empresa como ensinar a você como gerenciar a sua campanha.

E aqui entra a grande questão na internet: haja “sobrinhos“. Seja na produção de sites, sistemas como nas consultorias, há muita gente que vira especialista em um assunto em poucos meses e saem vendendo consultorias. Claro que há gente nova e de qualidade. E também há picaretas, como em todo lugar. Portanto, avalie a experiência e o valor cobrado, além de pedir referências a pelo menos três clientes. É o velho jeito de saber se o profissional executa bons trabalhos: perguntando.

Mesmo que você já saiba bastante sobre links patrocinados, vale a pena contratar um consultor. Ele ajuda a definir objetivos e estratégias para suas campanhas e conhece o mercado. Um exemplo: sua empresa aparece muito bem nos resultados de buscas para uma palavra-chave, mas não tão bem em outra, relacionada. No segundo caso, é muito interessante investir no link patrocinado – 30% das pessoas clicam lá.

Além disso, os links servem para divulgar o seu negócio e atrair novos clientes, além de avaliar o impacto no mercado de novos produtos ou serviços.

Via iMasters

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Aprenda o básico do SEO para e-commerce

05 de maio de 2010  | 

Otimizar sites de e-commerce para as buscas é coisa complexa. E a maioria das lojas virtuais ainda peca – muito – neste quesito. Pura falta de conhecimento. Nesta apresentação de Oscar Ferreira, da Prime Web, você aprende os primeiros passos da otimização sem maiores complicações. Consiga mais tráfego, converta e aumente as vendas!

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Use o Analytics para rastrear suas transações

22 de abril de 2010  | 

Tela captura do painel inicial do Analytics

O Google Analytics é uma solução de análise da web que fornece a você visibilidade do tráfego e da eficiência do marketing do seu site. E, sim, é possível usar esta ferramenta para descobrir detalhes importantes sobre o funcionamento do seu negócio na rede. Muitos dos usuários do PagSeguro “reclamam” da “falta de integração” com o Analytics.

Primeiro ponto: o Analytics tem que ser configurado para acompanhar o que você deseja ver. Ele não se integra automaticamente a nada – esta é sua vantagem. Você personaliza o sistema para acompanhar resultados, objetivos, fontes de tráfego.

Em primeiro lugar, sempre vale consultar os tutoriais do próprio Analytics – infelizmente, todos em inglês, por enquanto. O primeiro passo é definir, logo no perfil do site, que, sim, trata-se de um site de e-commerce – e instalar o código na página de feedback de cada produto. Como bem analisou Fabiane Lima em seu artigo no MestreSEO:

Essa configuração abre um grande leque de possibilidades de análises das taxas de conversão – sob diversos fatores de influência, como: keywords, fontes de tráfego, categorias do próprio site e até mesmo o layout das páginas de produto (se forem realizados testes) – o que a torna essencial para a otimização do site quanto às suas conversões.

Além desta configuração “básica” – que exige um tanto de conhecimento, convenhamos – também é possível fazer uma configuração específica tanto no retorno automático como numa URL de retorno do formulário do pagamento (o ideal é implementar em ambas). Para isso, o processo é relativamente simples: depois de ativar o retorno automático, acrescente ao final da URL o código /?utm_nooverride=1. Depois disso, basta criar um “goal” (objetivo) no painel do Analytics e acompanhar seus resultados.

Isso é o básico do básico. Para aprender, nada como ler muito os tutoriais da ferramenta e assistir aos vídeos disponíveis para aprofundar seu conhecimento.

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5 dicas de SEO para o varejo

12 de fevereiro de 2010  | 

foto: JasonEscapist, CC

Sites de varejo enfrentam um conjunto único de obstáculos quando se trata de melhorar as vendas na internet. As pesquisas avisam: a maioria dos internautas prefere os resultados da busca orgânica e não os links patrocinados. Neste cenário, visibilidade nos mecanismos de busca significa caprichar no conteúdo – e não basta ter qualquer conteúdo, é preciso um tanto de trabalho. Veja as dicas para transformar este desafio em oportunidade.

1. Adicionar regularmente novos conteúdos. Muitos sites de varejo online focam na venda de produtos ao invés de informar e acrescentar valor à experiência dos clientes. Algumas ações simples permitem conquistar o seu cliente:

  • Permita que os clientes comentem a sua experiência; descreva os casos de sucesso. Caso o consumidor não aprove um produto, use a crítica como feedback e retire-o de sua loja.
  • Crie um blog – não adianta falar só de si, neste caso. É preciso fornecer notícias relevantes da indústria
  • Ofereça formas diferentes do e-mail para o seu cliente receber dicas de produtos e ofertas.

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Critérios de busca: atualização constante é a chave do sucesso

21 de janeiro de 2010  | 

Estamos no meio da maior mudança dos mecanismos de busca desde 2003, quando o Google revolucionou o mercado ao incluir as citações como fator de rankeamento das páginas listadas nos resultados das pesquisas. Nos últimos meses, cerca de 70 novos atributos foram implementados no buscador mais popular do mundo (praticamente um monopólio no Brasil, com mais de 90% de participação de mercado), exigindo muito trabalho de todos os que atuam com otimização de sites e marketing de busca.

As novidades envolvem muito mais do que os tradicionais fatores de relevância baseados no conteúdo de um site, sua infraestrutura e os links que apontam para ele. Novas variáveis estão entrando em cena, entre elas a usabilidade, a mobilidade, a presença na mídia social, e, cada vez mais, fatores off-site que vão muito além da tradicional construção de links.

O marketing de busca começou 2010 acelerando. Tendências que vinham se desenvolvendo gradualmente ganharam um grande impulso desde novembro último. Para se manter visível nas pesquisas, seu site precisará apressar o passo e acompanhar as novidades. Ser mais sociável, usável, hyperlinkado e móvel deve ser seu objetivo para este ano.

Como a coisa vai funcionar?

  • Monitorar e participar das conversas na mídia social – é onde milhões de pessoas comentam os sites que freqüentam e indicam páginas. Mídia social
  • Usabilidade: além das visualizações e cliques, o tráfego pode ser analisado com base em outras variáveis. Sua conversão de vendas, compartilhamento, taxas de rejeição, tempo de permanência, retorno, reputação do site e seguidores online contam. Daí que a usabilidade passa a ser prioridade no marketing de busca. O conteúdo e o design do site precisam ser estruturados – ou refeitos – para capturar e reter a atenção dos visitantes e convertê-los em usuários fiéis.
  • Quanto mais a pessoa interagir com o seu site, mais ele estará nas buscas dela. Conteúdo e usabilidade são a chave para conquistar este item.
  • Fluxo de navegação passa a ser importante. Em português: onde o usuário estava e para onde foi passa a contar. Isso tudo para personalizar as buscas para o usuário.
  • É preciso estar bem conectado aos melhores sites em seu campo de atuação. Aqui o trabalho de construção de links e de relacionamentos continuará importantíssimo. Sem bons links de entrada em destinos populares e relevantes, o seu site perderá ainda mais visibilidade nas buscas.
  • O futuro da internet é móvel. Cada vez mais pessoas acessam a rede dos seus celulares e smartphones.

Via Webinsider

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Curso recomendado em Otimização de Buscas

16 de setembro de 2009  | 

Nos próximos dias 18 e 19 de setembro, o iMasters Pro oferece o curso SEO – Search Engine Optimization. O programa vai cobrir diversas áreas, incluindo Social Media Marketing, uso de técnicas SEO, reinclusão de sites e escolha de palavras-chave. Ministrado por Paulo Rodrigo Teixeira, o treinamento é uma chance única para você colocar sua empresa nas primeiras páginas dos sites de busca, o que pode ser decisivo para os seus negócios.

Ainda há vagas. Acesse o site do curso e faça a sua inscrição!

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Evite o clique aqui, crie links e ganhe mais

22 de junho de 2009  | 

internet organic growthSão milhões de sites e páginas – que aumentam a cada dia. E nada disso faz sentido sem links. A rede foi feita para navegar e são os links que dão o nome da página e ajudam, não apenas o leitor, mas também os buscadores. Para os robôs de busca uma página chamada “2345″ com uma TV de plasma último tipo tem menos relevância do que uma página que se chama “TV de plasma último tipo” com o produto dentro. Para estar na primeira página de busca – e ganhar a visita e a conversão tão necessária para o seu negócio – não basta o layout bonito e a campanha de links patrocinados bem-feita.

É importantíssimo sair-se bem na busca orgânica também. Uma coisa complementa a outra e as duas juntas podem ser um ótimo caminho para o sucesso. Além de cuidar do Search Engine Marketing (SEM), é preciso lembrar-se de otimizar o seu conteúdo (SEO) para as pessoas. Lembre-se: quem é seu público? O que ele busca? O foco deve ser sempre o seu usuário/cliente, para que a conversão seja boa.

Martha Gabriel diz com todas as letras: “Não há atalhos para a evolução”. Trabalhar estes dois conceitos exige, sim, conhecimento, tempo e investimento por parte das empresas. É preciso saber trabalhar não só o texto como a estrutura do site.

Primeiro: o ideal é que seu site não tenha scripts no topo de sua página. Eles prejudicam o resultado da busca orgânica.

Segundo: estude muito e coloque as cinco (no máximo) palavras-chave relacionadas ao seu conteúdo nas metatags de seu site. Ferramentas na rede não faltam: Keyword Discovery, Google Trends e Keyword Tools e HotTrends são apenas exemplos. No caso de uso das ferramentas Google, recomenda-se, sempre, não estar logado em sua conta.

Terceiro: todas as imagens e links devem ter a tag alt preenchida com seu nome de verdade. A descrição do produto, além de informativa também precisa ser atraente (para o leitor e os buscadores). No caso do texto, sempre evite o chavão “clique aqui”. E o conteúdo continua rei – embora algumas empresas de e-commerce que conhecem um pouco de SEO terem a tendência de usar práticas Black Hat (um exemplo é repetir a palavra chave, em bold, várias vezes na página).

Quarto: quanto mais tempo no ar, maior a relevância.

Quinto: lembre-se dos celulares. A tendência de uso dos telefones para usar a internet só faz crescer e já ter o site otimizado para a navegação móvel é bastante interessante para os negócios.

Aqui na internet tudo muda o tempo todo. Da mesma forma que as páginas continuam a surgir, aos milhares, diariamente, também é preciso manter a disciplina e análise dos dados do seu site – como um todo e as páginas específicas – rotineiramente.

Texto inspirado no ótimo post de Alessandro Martins em Quero Ter um Blog e reforçado pelo encontro com a expert em SEO Martha Gabriel

Imagem: Organic Growth, por jurvetson, no Flickr em CC.

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Como usar os Links Patrocinados a seu favor

14 de maio de 2009  | 

2125697998_b053ac13e1Qual é a maior fonte de tráfego para os sites hoje? Buscadores! É do resultado das buscas que chegam, com certeza, a maior parte dos seus clientes. O primeiro passo para descobrir este intrincado mundo recheado de siglas com nomes é saber onde estão as melhores oportunidades para o seu negócio no universo do marketing de intenção. O nome deste processo é Search Engine Marketing (SEM).

O primeiro passo para você entender este assunto é escutar o que Seth Godin diz em seu livro O melhor do mundo. “Ser melhor que 98% dos concorrentes costumava ser bom. No mundo do Google, no entanto, é inútil. É inútil porque todos os seus competidores estão a um clique de distância, não importa o que você faça. A única posição boa o suficiente é a de melhor do mundo”.

Há centenas de milhares de empresas na internet. E cada uma pode tirar proveito dos serviços de busca da maneira que melhor lhe aprouver. Outro dia, conversando com o Paulinho Uda, da Kampeki, expert em SEM e SEO (Search Engine Optimization), a gente ficou muito tempo comparando as diferenças entre buscas e resultados. Um exemplo rápido: se você tiver uma conta Google e estiver logado, o resultado da sua busca será absolutamente diferente do resultado caso você não esteja logado.

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Blog do PagSeguro