Uso de redes sociais cresce nas empresas (EUA)

31 de janeiro de 2012  | 

Twitter Good Bad, Rosaura Ochoa, CC-BY

Pesquisa da Palo Alto Networks mostra um crescimento “explosivo” do uso dos sites de relacionamento no ambiente de trabalho: o uso das mídias sociais no segundo semestre de 2011 cresceu 300%, em comparação ao mesmo período em 2010.

O uso do Twitter, em particular, teve grande aumento de popularidade no ambiente corporativo: cresceu mais de 700% na comparação ano a ano.

Os funcionários também estão usando outras redes sociais. O resultado é o aumento de consumo de banda para publicações em sites de relacionamento, aplicativos de Facebook e outros. A porcentagem total de rede usada para acessar redes sociais, aumentou de 5% em outubro de 2010 para 25% em dezembro de 2011.

O compartilhamento de arquivos via navegador também aumentou. Sites de compartilhamento de arquivos apareceram nas redes de 92% das organizações que participaram da pesquisa.

Porque isso interessa a você, vendedor? Primeiro: este comportamento tende a ser universal aqui na interwebs. Então prepare-se porque os seus funcionários também vão praticar e/ou você vai receber visitar vindas de empresas. Segundo: existem riscos de segurança no comportamento de compartilhar arquivos pelo computador. Importantíssimo instalar e manter atualizados firewall e antivirus.

Via: IDGNow!, imagem: Rosaura Ochoa, CC-BY

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Pequenas empresas ganham espaço no e-commerce

24 de janeiro de 2012  | 

morning, h.koopdelaney, CC-BY-ND

Segundo o e-bit, as pequenas empresas ganharam espaço no e-commerce em 2011. Graças às ferramentas disponíveis – compras coletivas e Facebook, principalmente – elas conquistaram 8% do faturamento online. Ok, o crescimento foi de “apenas” 1% ante o período anterior, mas o segmento já fatura R$ 1,5 bilhão.

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70% dos consumidores evitam empresas que não gostam

23 de janeiro de 2012  | 

O estudo da Weber Shandwick, A empresa por trás da marca: confiamos na reputação, revela: a reputação da empresa é fundamental para a decisão de compra dos consumidores. Segundo a pesquisa feita no mundo inteiro, 70% dos consumidores não compram quando não gostam da empresa que controla a marca. E os executivos concordam: 87% dizem que ter uma marca forte é tão importante quanto ter produtos de marca forte.

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Tendências para o ecommerce em 2012

19 de janeiro de 2012  | 

media independent, Peter Sneekes, CC-BY-NC

Em palestra na NRF, uma executiva da Forrester, Sucharita Mulpuru, indicou as tendências do e-commerce para 2012.

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Crescimento do e-commerce em 2012 deve ser de 25%

03 de janeiro de 2012  | 

Pelas estimativas da e-bit, 2012 deve ver o comércio eletrônico crescer 25% no Brasil. Tal projeção pode, porém variar, inclusive porque, em decorrência de fatores como a conjuntura econômica internacional e a greve dos Correios – que prejudicou as remessas das empresas de e-commerce -, talvez não tenha sido atingido o índice de expansão de 26% previsto para o ano passado. “No Dia das Crianças, por exemplo, prevíamos um crescimento de 20%, relativamente à mesma data de 2010, mas o índice foi de16%,”, relata Cris Rother, diretora executiva da e-bit.

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Jovens usam o celular para navegar

01 de dezembro de 2011  | 

iPhone and Philippo, mastrobiggo, CC-CY-NC-SA

Recente pesquisa da Quest Inteligência de Mercado mostra que adolescentes entre 12 a 19 anos fazem parte do público que mais usa o celular para entretenimento, como música, TV, jogos, redes sociais, compartilhamento de fotos e vídeos, entre outras funcionalidades.
De acordo com a pesquisa, 75% das pessoas nessa faixa etária têm celulares, sendo que 25% delas leem e–mail no aparelho. Entre o público com idade de 32 a 51 anos, 86% usam telefonia móvel, mas apenas 9% acessam o correio eletrônico no dispositivo.
Para o coordenador de projetos de tecnologia da informação, Rafael Castro Fagundes, os jovens são mais receptivos a novos produtos, por isso são prioridade como público-alvo das empresas de produção de conteúdo para celulares e smartphones.
Para quem trabalha com e-commerce, esta informação é sensível para: planejar marketing, criar ações e promoções.

Como você usaria o celular para fidelizar clientes jovens? Responder a esta pergunta faz parte dos nossos desafios hoje. Pense nisso e boas vendas.

Via: Band, foto: mastrobiggo, CC-BY-NC-SA

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O prejuízo que vem do spam

30 de novembro de 2011  | 

Credit Card Theft, Don Hankins, CC-BY

A Trend Micro, empresa de segurança, realizou estudo sobre spams enviados por cibercriminosos e quais técnicas utilizam na tentativa de roubar dados ou dinheiro.

Ao todo, quase 200 bilhões de spams são enviados diariamente, chegando a ser 100 vezes mais do que em 2002, quando foram registrados 2,4 bilhões.

Essas mensagens, segundo pesquisa, resultaram às empresas europeias prejuízo de 2,8 bilhões de dólares com perda de produtividade, já ás companhias norte americanas relataram prejuízo muito maior, chegando a 20 bilhões de dólares.

O estudo também identificou 38 línguas e dialetos que são frequentemente usados em spams. Em 2010, 95% das amostras coletadas estavam em inglês. Em 2011 esta participação caiu para 92%.

Anexos em spams
A pesquisa detectou que 96% dos spams não têm anexos e apenas 3% dos anexos são maliciosos. Os pesquisadores identificaram tendência de crescimento no número de spams com anexo.

Os spams sem anexos podem ser classificados nas seguintes categorias: oferta de emprego, assistência médica e comercial e golpes. Cerca de 50% do total de spams com anexos são com extensão ZIP. Mas muitos também são encontrados com extensões de imagens como, JPG e GIF ou ainda, com arquivos extensão DOC e XLS que conferem maior credibilidade ao spams.

“Spear-phishing” e outros ataques direcionados
Mas os spams vão além dos e-mails em massa, a nova tendência são os ataques “spear-phishing”, que têm sido amplamente utilizados por cibercriminosos para roubar senhas específicas das organizações.

Esses ataques têm como alvo executivos de grandes corporações e altos funcionários do governo. Os cibercriminosos lançam ataques agressivos com engenharia social para manter o controle dentro de uma rede e extrair informações confidenciais.

O crescimento do spam em redes sociais
Os spammers estão migrando para as mídias sociais, espalhando ataques em massa. Muitas vezes empresas entram em contato com ameaças web ao utilizarem sites de rede sociais para marketing e promoções.

Como já dissemos no post sobre o relatório da Norton de segurança: educação é fundamental para garantir a segurança. Não resolve muito proibir, é preciso saber usar (muito bem) a internet para evitar os ataques.

Via: InformationWeek, foto: Don Hankins, CC-BY

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O comércio eletrônico no Brasil e no mundo

16 de novembro de 2011  | 

e-mail symbol, Micky, CC-BY

Uma nova pesquisa encomendada pela Pitney Bowes, revela que o tamanho não é tudo o que importa quando se fala das preferências mundiais dos consumidores online. Enquanto as empresas de e-commerce internacionais compartilham algumas características, a pesquisa revela diferenças importantes entre os consumidores em muitos países. Os varejistas que pretendem expandir seus mercados de negócios online devem considerar os diferentes comportamentos de compras do consumidor e as preferências de cada país.

O estudo foi realizado pela ORC International, que pesquisou as preferências e hábitos de compras de 10 mil adultos, em 10 países diferentes. Os consumidores foram entrevistados na Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Japão, Coréia do Sul, Reino Unido e EUA.

E-commerce é hábito para 91% dos consumidores brasileiros

Em geral, 93% (91% no Brasil) dos consumidores entrevistados compraram produtos online, sendo que 49% (45% no Brasil) realizaram compras nos últimos 30 dias. As taxas dos consumidores na Alemanha, Coréia do Sul e Reino Unido foram as mais altas de compras de produtos online (98%), seguidas de perto pelo Japão (96%). No Canadá, esta taxa cai para 82%.

Baixo preço é o principal atrativo para a compra online

A pesquisa também descobriu que os consumidores online querem quatro coisas básicas ao comprar produtos: preços competitivos (71%); uma ampla seleção de produtos (42%); check-out fácil e intuitivo (35%); baixos custos de transporte e de impostos (35%). Especificamente para os brasileiros, o baixo preço (59%), a praticidade e agilidade no processo de pagamento (56%) são os principais atrativos para comprarem pelo e-commerce.

Outras preferências variam de país a país. Por exemplo:

- Facilidade e rapidez do processo de check-out on-line é mais importante para os consumidores na Alemanha e Coréia do Sul (ambos 59%), e menos importante no Japão (11%).

- Os consumidores franceses são sete vezes mais interessados na capacidade de rastrear uma ordem de compra do que os consumidores japoneses (37% contra 5%).

- Estimativa precisa sobre a data de entrega é mais importantes para os consumidores na China e na Coréia do Sul (ambos 20%), mas menos importante no Canadá (10%).

- Uma política de devolução clara e fácil de entender foi quase três vezes mais importante para os consumidores na China (36%) do que para os consumidores no Brasil e Estados Unidos (ambos 13%).

“O e-commerce internacional está se tornando cada vez mais atraente e acessível,” diz Oscar Vazquez da PB. “No entanto, para serem bem sucedidos, os varejistas precisam garantir uma experiência de compra online simples e perfeita e ter um entendimento claro dos consumidores, preferências de transporte e dos canais de comunicação em cada mercado”.

 

Porque os consumidores abandonam o carrinho de compras

O estudo também mostrou diferenças significativas nas razões pelas quais os consumidores entrevistados abandonam carrinhos de compras. Altos custos de frete, 67% (53% Brasil), taxas e impostos adicionais no momento da entrega, 47% (48% Brasil) e o tempo de entrega, 39% (45% Brasil) foram fortes fatores para desistência da conclusão das compras on-line. Os consumidores nos EUA (83%), U.K. (79%) e Japão (78%) são três vezes mais sensíveis aos preços de envio que os consumidores na Coréia do Sul (25%).

 

Os eletrônicos são os campeões de vendas no Brasil

A pesquisa revelou uma visão sobre os tipos de produtos que os consumidores são mais propensos a comprar pela internet, comparando com lojas físicas. As categorias de produtos com maior percentual de preferência de compra na rede incluem livros, vídeos e música, 58% (63% no Brasil), hardware de computador e software, 41% (59% no Brasil) e produtos eletrônicos, 38% (66% no Brasil). A categoria de vestuário foi a menos popular dentre as opções, com apenas 11% dos brasileiros afirmando preferir comprar produtos do gênero em sites de e-commerce.

Os consumidores na China indicaram que eles são mais propensos a comprar vestuário (58%) e calçados (53%) pela internet do que em uma loja física. Na verdade, para quase todas as categorias incluídas na pesquisa, os entrevistados na China são mais propensos a comprar produtos online, com exceção de hardware de computador e software (39%) e joias, relógios e acessórios (16%).

 

O e-mail é o canal de comunicação preferido dos brasileiros

Quando perguntados sobre o canal de comunicação preferido para receber informações sobre novos produtos, promoções ou outras ofertas, 59% dos consumidores globais (e 72% dos brasileiros) indicam que preferem comunicações por e-mail; 25% dos entrevistados (16% no Brasil) preferem receber essas informações em catálogos ou malas-diretas, indicando que o correio é outro forte canal para varejistas online; 4% dos entrevistados (1% no Brasil) prefere receber informações via mensagens de texto (SMS), enquanto 5% dos brasileiros têm predileção pelas mídias sociais (Facebook e Twitter).

Via: MetaAnalise, foto: Micky, CC-BY

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Projeto institui Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação

11 de novembro de 2011  | 

 

Tramita na Câmara Federal para análise dos deputados uma proposta para criação do Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (Projeto de Lei 2177/11). Criado pelo deputado Bruno Araújo (PSDB – PE) com outros nove, o texto prevê facilidades de importação de produtos que facilitem pesquisas brasileiras.

Os principais pontos são: isenção de impostos de importação para materiais de pesquisa; facilitar o acesso à biodiversidade brasileira para pesquisas biológicas; flexibilizar a Lei de Licitações (8.666/93) para as compras e contratações no setor. Além disso, prevê a criação de ambientes cooperativos de pesquisa e de geração de produtos inovadores, flexibilizando a atuação de pesquisadores vinculados a entidades públicas.

Apesar do grande potencial nacional de nossas universidades e de outras entidades publicas e privadas, nosso campo de pesquisa ainda é muito fraco, afirma o deputado Bruno Araújo. O setor não vem cumprindo um “papel relevante no desenvolvimento econômico e social do país (…) Um dos principais entraves é a legislação”.

O código isenta impostos para importação de máquinas, equipamentos, aparelhos, instrumentos, peças de reposição e matérias-primas e outros produtos, desde que destinados à pesquisa científica, tecnológica e de inovação.

Fonte: Agência Câmara de Notícias
Imagem: Tcm/Rio/Gov.

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Pesquisa sobre consumidor móvel brasileiro 2011

25 de agosto de 2011  | 

A WMcCann e o grupo.mobi acabam de publicar uma pesquisa sobre o hábito de consumo dos brasileiros a partir de seus celulares. As descobertas só fazem reforçar nossos posts e recomendações sobre as tendências que cercam o uso dos smartphones e, talvez, dos tablets – bem como sobre os hábitos de compra dos brasileiros. Mais que isso, a pesquisa fornece dados concretos sobre o nosso mercado, seus hábitos e, assim, ajuda a desenvolver a nossa economia mais viçosa, a digital.
Os destaques:

1. 44.4% dos proprietários de celulares convencionais que pretende trocar de celular nos próximos seis meses – e a maioria deve migrar para um smartphone. “A pesquisa indicou que a maioria das pessoas troca de aparelho em até 1 ano. Só não podemos dizer que o aparelho celular virou descartável porque sabemos que uma pessoa passa seu telefone para frente (para família ou amigos) quando compra um aparelho novo”, diz Ricardo Cavallini, vice-presidente de convergência da WMcCann e autor do livro Mobilize, sobre as possibilidades da propaganda e do marketing móveis.
Cavallini também destaca o seguinte:

Por não atingir a maior parte da população, a posse do smartphone está hoje nas mãos dos mais conectados. Por outro lado, o fato da tecnologia estar cada vez mais disponível e mais fácil pode acelerar esta curva de adoção. A banda larga móvel ainda não está disponível para todas as cidades, mas estará em poucos anos. As vendas de smartphone estão acelerando e agora sendo impulsionadas pelos subsídios das operadoras.
Quanto mais acessível, mais fácil e mais possibilidades tivermos, mais usaremos. O iPhone é um ótimo exemplo disso. Por sua facilidade, seu uso e interação é muito mais forte que em outros aparelhos. Por isso digo que o crescimento de vendas de smartphone poderá causar uma explosão no uso como acesso à internet, download de aplicativos e acelerar a queda de uso de SMS. Quando falamos de acesso à internet e outras coisas, o smartphone é causa, mas também é consequência.

2. 40.8% dos consultados já acessa a internet através do celular. Mais gente, proporcionalmente, do que a internet “fixa” em 2007. 83% do acesso vem de smartphones. Para Cavallini, “Assim como a internet, o celular não é apenas mais um meio (como muitos comunicadores acreditam). É muito mais do que isso. É uma mudança de comportamento e cultural, isso é bem maior do que apenas propaganda e marketing. As empresas deveriam estar se preparando e rápido, para esta mudança – coisa que não fizeram com a internet”.

3. Cerca de 15% dos usuários já comprou alguma coisa a partir do seu celular, a maior parte deles, da Classe A (um número absoluto baixo). Se considerarmos o universo de 23 milhões de compradores online, com 81 milhões de internautas (segundo o Datafolha), significa que cerca de 28% deles são compradores. O fato que merece nossa atenção aqui é: os hábitos adquiridos no acesso pelo computador serão herdados no acesso pelo celular. Para Cavallini, “Os brasileiros têm o hábito de acessar redes sociais e levaram este comportamento para o celular. Os brasileiros que compram pela internet o farão no ambiente móvel também.”

Estão preparados? Comecem a descobrir o maravilhoso mundo dos apps e sites móveis.

Via: Silvio Meira e Ricardo Cavallini

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