Pesquisa mostra os desafios para o marketing

08 de novembro de 2011  | 

 

A IBM publicou um estudo, o Global CMO Study, sobre o que os líderes de marketing e comunicação das empresas em todo o mundo pensam. Para quem não sabe, CMO quer dizer Chief Marketing Officer.

Foram 1.734 entrevistas presenciais no mundo inteiro, em 19 segmentos econômicos diferentes e 64 países. No Brasil foram feitas 56 entrevistas.

A grande dificuldade dos líderes do marketing é tratar a explosão de dados que estão acessíveis e disponíveis. Se há uma década, era preciso caçar dados de mercado e dos clientes, hoje estas informações são acessíveis e capturáveis, em geral dentro dos sistemas das próprias empresas.

O problema: os dados estão espalhados em diversas plataformas, existem problemas de consistência, a manipulação e o acesso são difíceis. A pesquisa apontou que 71% dos CMOs no mundo se sentem despreparados para lidar com a explosão. No Brasil o índice foi ainda maior: 78%. As questões são: tratar esses dados, integra-los e transforma-los em informações que permitam conhecer melhor os clientes e que ajudem os gestores nas tomadas de decisão, especialmente de investimento.

A pesquisa mostra que os diretores sabem que precisam usar mais tecnologia, automatizar de forma inteligente o tratamento das informações que têm, e principalmente, as novidades que entram nas empresas diariamente. A pesquisa mostrou que 90% dos dados no mundo foram criados nos últimos dois anos. Existe uma notória necessidade de maior capacidade analítica dentro do grupo de marketing e comunicação das empresas.

As mídias sociais são outro desafio que incomoda. Os CMOs reconhecem que elas são a maior revolução dos últimos anos em marketing e comunicação – e 68% têm dificuldades na implementação e gestão de uma estratégia. No Brasil, há sensação de despreparo maior por parte destes profissionais para lidar com a colaboração e influência do cliente. Essa sensação reforça a relevância das mídias sociais em nosso país, cujo povo é reconhecidamente apaixonado pelas novas tecnologias sociais.

O terceiro desafio é a diversidade de canais de comunicação e relacionamento com os clientes. Neste campo, destacam-se os dispositivos móveis. Para 65% dos CMOs, a área preocupa, pois é preciso estar em todos os canais, com sinergia e qualidade – e há necessidade de investimentos em tecnologia e desenvolvimento.

A mudança na demografia do consumidor é o quarto desafio. A tecnologia, o excesso de informação, novas plataformas… tudo isso junto muda os perfis de consumo que as empresas conhecem. Aqui no Brasil ainda tem uma cereja em cima desse bolo: a nova classe C emergente. Estudos apontam que essa nova classe C chega ao mercado com mais de 40 milhões de novos consumidores sedentos para comprar e participar da economia ativa. Como capturar essa oportunidade?

E a previsão é que a complexidade aumente: 79% dos entrevistados afirmaram que o nível de complexidade será maior nos próximos 5 anos, e apenas 48% se sentem preparados para enfrentar o cenário.

Via: A Quinta Onda

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Expansão dos Tablets cria nova classe para comércio eletrônico

22 de março de 2011  | 

Tablet Device Comparison, Jamais Cascio, CCfoto: Jamais Cascio, CC

Em menos de um ano, o iPad tem emergido como uma plataforma poderosa para o varejo online, criando uma nova classe de comércio móvel. Muitos varejistas relatam que mais de 50% do seu tráfego móvel chega a partir do tablet. A consultoria Forrester até inventou um novo nome para a tendência: t-commerce. Segundo as primeiras análises, ao invés de criar novas vendas, o t-commerce crescerá em grande parte através da captura e da canibalização de tráfego baseado em PC de varejo tradicional.

O relatório da Forrester esclarece que o smartphone (“m-commerce”) também continua sendo altamente relevante para os varejistas. Entrentando, os smartphones são menos propensos a serem utilizados para pesquisas de produtos e na realização de compras – eles servem mesmo para completar a experiência de compra no varejo tradicional. Embora a maioria das atividades de m-commerce não seja transacional, ele tem o potencial de movimentação das vendas incrementais no offline.

Por isso, a Forrester avisa: o “monstro multicanal” continuará a crescer em 2011. A grande diferença do iPad para os smartphones é que a tela de quase 10 polegadas oferece um ambiente muito mais confortável para a navegação e visualização de produto, superando as limitações de tamanho, que podem frustrar os clientes de telefones celulares. Comparado com o clique de um laptop, a funcionalidade touch-screen proporciona uma experiência de compra mais imediatamente gratificante. Leves e compactos, os tabletes possuem conectividade 3G/4G e também são inerentemente livres das restrições do ambiente de trabalho – podem ser usados em trens, aeroportos ou balcões de cozinha, o que facilitará as compras.

Este mercado não é feito só de iPad. Há também o Samsung Galaxy Tab e T-Mobile G-Slate, além de outros lançamentos previstos para os próximos meses. As projeções da Forrester para esta categoria de produtos são mais conservadoras do que as previsões do Gartner e da eMarketer, que estimam que as vendas ultrapassarão 80 milhões de unidades em 2012, e subirão para 200 milhões de unidades até 2014.

Via Blog do Comércio Eletrônico

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16 estratégias para Otimização para mídias sociais (SMO)

12 de novembro de 2010  | 

People Streams, por Phillipe Martin, CC

ilustração: Phillipe Martin, em CC

O conceito de SMO foi criado em em 2006, por Rohit Bhargava e, então, tinha cinco regras:

1Aumento da “linkabilidade” do seu site. A gente sempre fala aqui: é preciso ter conteúdo linkável, que seja referência em posts, vídeos, tweets, nas outras redes sociais. Conteúdo quente – um blog, por exemplo – ajuda. O ideal é ter sempre mais: estudos do mercado e informações relevantes para seu nicho.

2Compartilhamento simples: deixe à disposição do usuário botões de social bookmarking para compartilhar no Orkut, Facebook, Twitter, Delicious, etc.

3Corresponder aos links recebidos: verificar quem linkou e linkar de volta a partir do seu conteúdo é uma boa prática que, segundo Rohit, favorece o crescimento de links de entrada.

4Ajude o seu conteúdo a “viajar” na internet: mais uma vez, se você tem conteúdo de qualidade compartilhe-o através do Twitter, página do Facebook, canal do YouTube.

5Incentive a co-criação de conteúdo: permita a utilização do conteúdo através de canais como o YouTube e feeds RSS para que outros possam usá-lo e gerarem links para seu site.

Regras 6 e7 adicionadas por Jeremiah Owyang Leia mais…;

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Tendências e números do e-commerce brasileiro

11 de novembro de 2010  | 

Money Grab, por Steve Wampler, CCfoto: Steve Wampler, CC

A Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) realizou, dos dias 27 a 29 de outubro, no Hotel Monte Real, em Águas de Lindoia (interior de SP), o 11º Congresso Facesp. O evento, realizado anualmente, é voltado a presidentes, vice-presidentes e gerentes das Associações Comerciais e Empresariais (ACEs) do Estado de São Paulo.

No último dia do evento, a superintendente de Marketing da ACSP, Sandra Turchi, promoveu a palestra “Sua empresa ainda não se conectou? Conheça um pouco mais sobre marketing digital, redes sociais e e-commerce”, destinada aos executivos. “Ter uma conta no Twitter é a primeira ‘lição de casa’ para qualquer empresa. A internet traz inúmeras mudanças referentes ao comportamento do consumidor – logo, é fundamental utilizar uma plataforma que disponha esse tipo de informação ao empreendedor”, argumentou Sandra.

A especialista apresentou números que mostram a importância das redes sociais; um milhão de pessoas acessam a internet pela primeira vez todos os dias e, a cada segundo, um novo blog é criado e 20 horas de vídeo são descarregadas no YouTube. “Além disso, o Brasil é, atualmente, o quinto país com mais usuários de internet no mundo, com estimativa de fechar 2010 com cerca de 97.524.000 de internautas”, ressaltou.

O poder midiático da internet também foi explorado por Sandra, que colocou a web como a terceira mídia mais influente do mundo, ficando apenas atrás das TVs e jornais, apresentando um poder de penetração de 40%. “Cada vez mais as empresas anunciam na internet devido o investimento ser barato e ao seu poder de pulverização”.

Leia mais…;

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Natal 2010 deve ter aumento de 40% nas vendas

10 de novembro de 2010  | 

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net), estima que o comércio eletrônico vai ter um aumento de 40% no faturamento neste Natal. Segundo o presidente Manuel Matos o faturamento das vendas online deve superar R$ 15 bilhões em 2010 e no último trimestre deve registrar faturamento de R$ 3,3 bilhões. Matos diz ainda que o volume de vendas nas três semanas que antecedem o Natal equivale a oito semanas médias. Em 2009, o ticket médio das compras durante o período foi de R$ 346,00.

Os produtos de informática e eletrônicos devem ser destaque de vendas, seguidos por livros, CD´s e DVD´s. Como o Natal representa aproximadamente 16% das vendas de todo o ano, a Camara-e.net recomenda que os vendedores se preparem para o período. As dicas do PagSeguro já publicamos em setembro e continuam a valer.

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Comércio eletrônico brasileiro registra deflação

03 de novembro de 2010  | 

O índice e-Flation registrou deflação de 2,8% nos preços de sites de e-commerce em outubro. Isso significa queda de 3,3% em comparação com o mês de setembro.

As categorias que registraram deflação no mês foram: Informática, com 6,5%; Perfumes e cosméticos, 4,7%; Eletroportáteis, 4,2%; Livros, 4%; Linha branca, 3,1% e Telefonia e celulares, 0,7%. Já a inflação foi verificada nas categorias: Medicamentos, com 0,2%; Eletroeletrônicos, 0,4%; Brinquedos, 1,9%; Cine e foto, 22% e CDs e DVDs, 3%.

“A facilidade de pesquisa e de comparação de preços, de produtos e de ofertas por parte dos consumidores, além das chamadas compras coletivas, contribuem para um ambiente mais competitivo entre as empresas e, consequentemente, queda de preços”, comenta Cláudio Felisoni de Angelo, presidente do conselho do PROVAR, responsável pela elaboração do índice.

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Servir bem é o coração do comércio eletrônico

20 de outubro de 2010  | 

Rosca Folhada de coco, Alexandra Abreu, em CCfoto: Alexandra Abreu, em CC

Se você está pensando em entrar ou já entrou no e-commerce, é importante entender a essência desse negócio para poder vencer. O mercado brasileiro de hoje está chegando à essência do comércio eletrônico, que é muito mais que “vender pela internet”.

E-commerce é, principalmente, prestação de serviços. Ao criar sua loja virtual, você venderá essencialmente a entrega e o atendimento atrelados a um sonho de consumo, uma expectativa não materializada. Seu negócio só se materializará quando o cliente entra em contato – por telefone, e-mail ou chat – ou quando ele recebe a encomenda. Esta é a hora H, o momento da verdade.

Neste instante, não importa o investimento – vale o serviço prestado. Não importa quanto você investiu em marketing, no conteúdo, na produção das fotos. Não à toa, o slogan da Zappos.com, a gigante dos calçados pela internet, é: “Powered by Service”. Essa ideia está tão impregnada no coração deles, que o seu presidente diz: “Somos uma empresa de serviços que, por um acaso, vende calçados”.

Os velhos ditados ainda servem nestes novos tempos. E vale aquele do saquinho de pão: servir bem, para servir sempre. E você, empresário, trate de oferecer o pão quentinho.

Via Pagpaedia

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Comércio eletrônico entre empresas (B2B)

19 de outubro de 2010  | 

3D Full Spectrum Unity Holding Hands Concept, royalty free, Lumaxartimagem: Lumaxart

Embora não seja tão comentado quanto o varejo on-line, o comércio eletrônico entre empresas também tem registrado um excelente desempenho no Brasil. Pesquisas realizadas pela empresa e-Consulting apontam que as transações eletrônicas B2B totalizaram R$ 267,6 bilhões em 2005, valor 37% maior do que o movimentado no ano anterior. É um crescimento similar ao apresentado pelo comércio eletrônico “tradicional”, que se expandiu 43% no mesmo período, e excelente no contexto da economia brasileira, cuja taxa de crescimento “patina” ao redor de 2% já há vários anos.

A pesquisa da e-Consulting indica que cerca de 80% do valor, R$ 212 bilhões, referem-se a negócios realizados em portais privados, ou seja, por empresas que possuem seus próprios sistemas de gerenciamento de transações eletrônicas com fornecedores, distribuidores, representantes e clientes. Os 20% restantes referem-se às empresas que utilizaram portais de terceiros, os chamados marketplaces eletrônicos, ou bolsas eletrônicas, que oferecem toda a infra-estrutura necessária de hardware, software e mão-de-obra.

De todo jeito, as transações eletrônicas entre empresas, envolvem: o cadastramento e a validação dos participantes; a venda, que pode ser por meio de licitações, leilões ou catálogos; o fornecimento de relatórios sobre transações realizadas; além dos recebimentos e pagamentos. A diferença é que, no caso da terceirização, essas atividades são executadas por terceiros que recebem uma taxa ou comissão pela prestação desse serviço.

Exemplos de transações eletrônicas B2B:

  • A empresa compra produtos de outras empresas ou vende regularmente para elas, utilizando a Internet ou a extranet, sua rede privada expandida.
  • A empresa realiza licitação para escolha de sua fornecedora de suprimentos ou participa como uma candidata à fornecedora de suprimentos.
  • A empresa realiza leilão para escolher a fornecedora de matéria-prima, nas condições solicitadas, com o menor preço; ou participa do leilão como candidata a fornecedora. Nesse método, chamado de leilão reverso, os lances são dados pelos participantes cadastrados até que se chegue ao menor valor final.
  • Pequenas empresas compradoras, gerenciadas por um terceiro, unem-se para realizar compra conjunta, em maior escala, de matéria-prima, obtendo, dessa maneira, expressiva redução de custo unitário.

A utilização de meios eletrônicos nas transações comerciais é tão natural que, em algum momento, não fará mais sentido se falar em comércio eletrônico B2B, uma vez que a quase totalidade das empresas estará utilizando esse canal para realizar suas transações por conta da sua alta produtividade.

Benefícios tangíveis, como a redução de custos na realização de pedidos e no preço de matéria-prima, a maior agilidade na escolha de fornecedores ou compradores, o maior controle dos processos licitatórios e, conseqüentemente, a diminuição de erros nesses processos, entre outros, devem tornar esta atividade obrigatória.

Via: e-commerce.org

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5 tendências do comércio eletrônico em 2011

11 de outubro de 2010  | 

Broken Flowers, Steven Meiers, CCFoto: Steve Meiers, CC

1. A segurança é mais importante do que nunca

A cada três minutos alguém tem sua identidade roubada. O roubo de identidade é o crime com maior índice de crescimento. Avalie a segurança de seu site, a hospedagem, faça todo o possível – e o impossível também – para proteger os dados de seus clientes.

2. Mídias sociais

O s-commerce veio para ficar – e deve estar dentro das estratégias de marketing. Portanto, lembre-se de planejar a sua presença, objetivos e metas neste quesito. E tudo deve estar alinhado com cada etapa de seu negócio (lembrem do pós-venda, por favor). Além do planejamento, fique atento sempre às novidades para enfrentar os desafios que com certeza surgirão.

3. O cliente quer mais pelo seu dinheiro

Não é à toa que os sites de compra coletiva se tornaram a grande tendência de 2010. Os clientes querem mais valor pelo seu dinheiro. Implemente promoções, descontos, crie logística diferenciada, um relacionamento bem afinado com cada um.

4. Relacionamento é tudo

Por falar em relacionamento, este ponto é fundamental quando você está na internet. Além de criar comunicação direta a favor do cliente, isso gera boas oportunidades para as empresas, que recebem expectativas e feedbacks dos seus usuários.

5. Idéias Criativas ganham, sempre

Criatividade é a palavra da vez. Isso não quer dizer que as estratégias e táticas para vender online não devem ser bem pensadas, mas o aumento de quantidade de desordem na web, misturado com a grande competição entre empresas em captar mais compradores para suas lojas virtuais significa que a criatividade e a inovação serão críticos para o sucesso. O lado positivo é que todos nós podemos aprender uns com os outros e trocar idéias. Será importante atender as demandas de seus clientes de uma forma convincente.

Via E-Commerce News

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Provador virtual diminui devoluções em e-commerce

06 de outubro de 2010  | 

Dentro do comércio eletrônico, vender roupas só não é mais difícil do que vender itens de perfumaria. Experimentar e ver como a peça se comporta no corpo é uma necessidade para grande maioria dos consumidores, e isto, assim como as fragrâncias, a internet ainda não pode proporcionar.

Para saciar este desejo dos compradores, a empresa Fits.me, da Estônia, criou um robô que assume 2 mil diferentes biotipos. Desta forma, no ato da compra, o cliente digita suas medidas no site da marca (por enquanto só em pés e para homens…) e vê as alterações na forma física do boneco. Assim, fica fácil notar diferenças mínimas no caimento e decidir sem hesitar entre os tamanhos disponíveis. E o sistema, prometem, é fácil de integrar e permite customização.

Recentemente a empresa fez um teste do provador virtual e as vendas aumentaram mais de 300%. Enquanto isso, o número de devoluções caiu 28%. Heikki Haldre, um dos fundadores da empresa, espera que a novidade seja um poderoso aliado na disputa do e-commerce, que hoje responde só 8% do comércio de roupas – e promete ser uma das novas fronteiras no cenário brasileiro.

Via UseFashion
Fotos: Divulgação

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Blog do PagSeguro