Em Minas, há otimismo para o Natal

03 de novembro de 2011  | 

Christmas bazaar decorations, UK in Italy, CC-BY-ND

Segundo pesquisa da Fecomércio Minas, nove de cada dez lojistas de Belo Horizonte esperam volume de compras melhor que o ano passado. Será o melhor ano desde 2008, se as expectativas se confirmarem.

Na lista de opção para presentes, as roupas ainda ocupam o primeiro lugar, sendo a escolha de 16,2% dos entrevistados. E mesmo com a recente valorização do dólar, os eletrônicos de novas tecnologias aparecem nas três posições seguintes: computadores e notebooks (11,6%); celulares e smartphones (11,3%) e tablets (10,8%). Se somados, representam mais de um terço dos presentes de Natal, segundo o estudo, que, na primeira semana de outubro, entrevistou 300 lojistas dos principais pontos de comércio varejista em Belo Horizonte.

Enquanto em 2010 os produtos acima de R$ 300 estavam na lista de compras de 25,1%, neste ano a tendência é que apenas 22,7% dos compradores optem por presentes nas categorias mais caras. Mas a maior parcela dos lojistas (21,6%) ainda espera vendas de R$ 70 a R$ 100.

Dívidas

O maior endividamento dos consumidores pode ser um entrave para o crescimento das vendas. O fator é apontado por um terço dos lojistas entrevistados como principal ponto negativo para o Natal não superar 2010. Ainda assim, mais da metade dos consumidores devem optar por parcelar as contas no cartão de crédito, desprezando descontos de até 20% para quem compra à vista.

A expectativa é que, com a entrada em circulação de R$ 10,5 bilhões provenientes do 13º salário, as pessoas tenham mais condições de gastar no fim do ano. “A combinação: crédito, emprego e confiança no futuro são ingredientes que compõem a agenda natalina”, afirma a gerente do Departamento de Economia da FecomércioMinas, Silvania de Araújo.

Via: Estado de Minas, foto: UK in Italy, CC-BY-ND

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Comércio eletrônico tem 33% do varejo, segundo FGV

25 de abril de 2011  | 

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou no dia 19 de abril, os resultados da 13ª pesquisa Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro, realizada com 470 empresas, nacionais e multinacionais, de diversos segmentos e com atuação em diversos níveis no ambiente digital.

O e-commerce representa 65,25% das transações no segmento B2B e 33,02% dos negócios feitos com o consumidor no Brasil. Com estes porcentuais, a pesquisa aponta que o comércio eletrônico vem evoluindo no País e, mais que isso, a tendência é de crescimento, agora cauteloso e com foco no retorno efetivo dos investimentos.

De acordo com a pesquisa, ao longo de 2010 as empresas passaram a utilizar os meios eletrônicos de modo mais efetivo e alinhado aos seus processos de negócios. Na média, as empresas investiram 1,53% de sua receita líquida em comércio eletrônico. O percentual varia de acordo com o segmento: 0,48% na indústria, 1,44% no comércio e 2,21% na área de serviços.

Estes investimentos ainda são direcionados a aplicações básicas, como home, email, troca eletrônica de dados, mas algumas utilizações inovadoras começam a surgir. Contribui para isso a evolução da estrutura pública de comunicações e o uso das redes sociais.

Em relação às utilizações, as empresas nacionais continuam utilizando o comércio eletrônico principalmente para os processos de relacionamento com os clientes, recebimento de pedidos, suporte a utilização e divulgação de informações. Na cadeia de suprimentos, o principal uso é para a solicitação de suprimentos e envio de pagamentos.

Via Techlider

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Enquanto isso, no varejo tradicional…

23 de setembro de 2010  | 

Enquanto no e-commerce brasileiro estamos acostumados a ver taxas altas de crescimento, a pesquisa do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) indica previsão de crescimento de 7,1% nas vendas de agosto de 2010, comparadas a julho deste ano.

Mesmo com estes resultados, a tendência é de desaceleração no 3º trimestre do ano, com aumento de 5,2% em setembro e outubro. Com relação ao acumulado do ano, 76% dos associados ao IDV vislumbram o crescimento das vendas para até 5% a mais que em 2009, principalmente por conta do crescimento da oferta de crédito e da elevação da massa salarial.

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Inovações do varejo – decifrando o consumidor

08 de abril de 2010  | 

Uma boa dica de leitura para quem trabalha com o varejo – e o acentuado grau de infidelidade do consumidor – é a obra de Alberto Serrentino, “Inovações no Varejo: Decifrando a Cabeça do Consumidor”. No volume consultor e sócio sênior da GS&MD – Gouvêa de Souza, faz uma análise do varejo nos dias de hoje e mostra como conhecer melhor o seu cliente, suas expectativas e necessidades de acordo com o momento da compra.

Ao sintetizar os principais elementos de mudança no comportamento do consumidor, as conseqüentes demandas e oportunidades emergentes para o negócio do varejo e os grandes movimentos de inovação e mudança estrutural, Serrentino mostra o varejo de forma abrangente, envolvendo diversos setores, formatos de loja e mercados.

O “quebra-cabeça” é construído a partir de sete grandes temas, que revelam as principais mudanças em curso na relação dos consumidores com produtos, marcas e lojas: conveniência e soluções; saúde e bem-estar; racionalidade e preço; diversidade e segmentação; impulso e surpresas; expansão, formatos, canais e negócios; emoção e experiência.

Serviço: Inovações no Varejo, de Alberto Serrentino, Ed. Saraiva, 103 pag, R$ 49,00

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Multicanal é a solução para o varejo

26 de fevereiro de 2010  | 

Sustentabilidade, multicanal, tecnologia e redes sociais. Estes são alguns dos temas que devem ocupar a estratégia dos varejistas. A mudança do foco no produto para o foco no consumidor levou o varejo a uma reformulação que inclui desde os pontos-de-venda até as equipes de colaboradores. Marcas como Walmart, Apple, Pão de Açúcar e Fast Shop são alguns exemplos de empresas que já colocaram esses valores em prática.

Para falar disso, a consultoria GS&MD apontou as principais estratégias para o varejo, com um resumo do que aconteceu no NRF, evento que aponta as tendências para o varejo mundial. Embora as informações sejam, a princípio, para quem tem lojas físicas, elas também servem de orientação para o comércio eletrônico. Tudo porque uma das tendências principais, hoje, é a integração das duas modalidades.

Veja um resumo dos achados apresentados por Alberto Serrentino, sócio-sênior da consultoria, durante sua palestra:

  1. O ponto de venda deve ser também um ponto de soluções. É preciso oferecer serviços, gerar novas oportunidades de negócio e buscar a fidelidade do cliente. Um exemplo disso são as lojas Apple.
  2. É preciso investir mais em sustentabilidade. O conceito envolve meio ambiente, responsabilidade social e comunidades. Estações de reciclagem, sacolas retornáveis, economia de energia, água e outros recursos são cada vez mais importantes. Dois exemplos? Pão de Açúcar e Walmart. Leia mais…;
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Consumidor prefere pagar à vista e pedir desconto

26 de janeiro de 2010  | 

Pesquisa feita pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e a Frente Parlamentar Mista do Comércio Varejista para apurar como o consumidor prefere pagar suas compras concluiu que 56,8% preferem fazer pagamento à vista e com dinheiro. O levantamento também apontou que 90% desses consumidores gostariam de ganhar desconto. A intenção da CNDL, com essa pesquisa, que envolveu apenas consumidores do Distrito Federal, mas que, de certa forma, são um extrato da população brasileira porque há pessoas de todos os estados, visa a pressionar o Congresso para que aprove mudanças profundas nas normas de cartões de crédito no país, com redução de custos de serviços e juros. O presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, observa que o varejo quer poder oferecer preços diferentes para compras com dinheiro ou com cartão de crédito. Isto porque as vendas com cartão têm o custo do cartão de crédito embutido.

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Dicas rápidas para preparar sua loja para o Natal

21 de outubro de 2009  | 

Neo Rockwellian Christmas, por Stuck in Customs, em CC

Dicas do Sérgio Diniz no ótimo Blog Beco Com Saída, mantido pelo SEBRAE, para o Natal.

O comércio varejista sempre tem um incremento de vendas no final do ano, graças à troca de presentes de natal e festas diversas que se acumulam no final do ano. O comércio varejista fica aquecido não só pelo costume, mas também pela chegada do décimo terceiro salário. Esta costuma ser a época de maior volume de vendas e de giro nos estoques.

Por isso, é preciso se preparar e usar os anos anteriores como indicador para tanto.

1. Mantenha um estoque maior no período, compatível com a previsão de vendas.

2. Lembre de incluir no “mix” de produtos aqueles que são característicos da época: alimentos, bebidas, cestas natalinas, cartões, embalagens, enfeites, artigos religiosos entre outros, contudo sem exagerar nas quantidades estocadas.

3. É o momento de ser mais criativo nas vendas, no relacionamento com os clientes, na exploração das técnicas de marketing e de merchandising, nas propagandas e promoções, no atendimento. Capriche também no site…

4. Lembre de reforçar a equipe e prever a logística. A maior demanda exige mais mãos e talvez um tanto de rapidez na expedição.

5. Se contratar mão-de-obra temporária, obedeça ao que está prescrito na legislação.

6. Deixe o site brilhando e treine seus funcionários para dar um bom atendimento. Deixe muito claros para o consumidor as formas de pagamento, prazos de entrega, trocas, garantias.

7. As facilidades de pagamento são um atrativo para o consumidor.

8. Concilie os prazos de pagamento das compras com o recebimento das vendas, negociando condições favoráveis junto aos fornecedores. Todo cuidado para não comprometer o seu capital de giro.

foto: Neo Rockwellian Christmas, por Stuck in Customs, Creative Commons

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