07 de janeiro – Dia do Leitor

07 de janeiro de 2012  | 

 

 

Todos nós leitores provavelmente começamos nosso hábito com contos de fadas, como neste trecho de Zoara Failla: “O Capítulo I sempre iniciava com ‘Era uma vez...’ e o Capítulo X, finalizava sempre com ... ‘E foram felizes para sempre’”.

Nós do Blog do PagSeguro desejamos um bom dia do leitor e queremos que exercitem a leitura. Use o PagSeguro e presenteie com um livro ou revista um amigo ou a si mesmo nesta data!

 Mário Quintana

A Arte de Ler

O leitor que mais admiro é aquele que não chegou até a presente linha. Neste momento já interrompeu a leitura e está continuando a viagem por conta própria.

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Criando uma requisição de pagamento em PHP

02 de dezembro de 2011  | 

 

Criar uma requisição de pagamento consiste em fazer uma chamada à API de Pagamentos do PagSeguro, informando os dados de uma compra a ser realizada em sua loja. Esses dados da compra podem ser por exemplo os produtos que serão vendidos bem como os dados do comprador que está navegando.

Para informar esses dados, seu sistema deve fazer uma requisição à API de Pagamentos do PagSeguro que irá armazenar os dados e retornar um código de requisição.

Com o código de requisição em mãos, sua loja ou aplicação será capaz de direcionar o comprador ao PagSeguro onde ele realizará o pagamento dos itens previamente informados. Dessa maneira seu sistema irá oferecer maior segurança e flexibilidade, pois os dados do pagamento serão informados via API diretamente pelo seu sistema e não irão trafegar pelo navegador do usuário na internet.

Nesse contexto a classe PaymentRequest da biblioteca é responsável por criar uma requisição de pagamento de maneira prática: você apenas informa os dados do pagamento e logo após executa o método register que lhe devolve a URL necessária para direcionar seu comprador ao ambiente seguro onde ele realizará o pagamento.

Para melhor entendimento, vamos exemplificar a criação de uma requisição de pagamento com o seguinte cenário:

  • O comprador navega pela loja e decide comprar um notebook na cor prata no valor de R$ 2.430,00 e uma mochila no valor de R$ 150,99.
  • Sua loja requisita os dados do comprador, p.e., nome completo, e-mail e telefone bem como os dados do endereço de envio.
  • Ainda na loja o comprador escolhe pagar com PagSeguro.

Com essas informações em mãos você deve criar um objeto do tipo PaymentRequest:

Agora você deve adicionar os produtos ao objeto criado:

Você também pode informar os dados fornecidos pelo comprador em sua loja, assim, o comprador não precisará informar esses dados novamente no site do PagSeguro:

Informe o endereço de envio fornecido pelo comprador, assim, o comprador não precisará informa-lo novamente no site do PagSeguro:

É necessário que você informe a moeda em que o comprador irá realizar o pagamento. No momento, a única opção disponível é BRL (Real).

É necessário informar também o tipo de frete da compra, veja mais detalhes na classe Shipping:

Caso o seu sistema utilize um código de referência para cada compra que é feita em sua loja, você pode utiliza-lo para vincular a uma transação no PagSeguro:

Agora que você informou os dados da compra, você deve executar o método register, que faz a requisição à API de Pagamentos do PagSeguro, retornando a URL necessária para o comprador fazer o pagamento:

Com a URL em mãos você pode direcionar o comprador ao PagSeguro, para que ele faça o pagamento em ambiente seguro (HTTPS). Veja todas as opções da classe PaymentRequest na página de classes da biblioteca.

Obs.: o método register faz uma chamada via API, para isso é necessário informar as credenciais utilizando um objeto do tipoAccountCredentials. Se você deseja utilizar credenciais previamente definidas no arquivo de configurações, veja como utilizar o método getAccountCredentials da classe PagSeguroConfig.

Tem alguma dúvida sobre como integrar o PagSeguro? Entre em contato.

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Lançamento Plenocard

28 de novembro de 2011  | 


O PagSeguro tem o prazer de anunciar mais um meio de pagamento para realizar suas compras: o cartão de crédito PLENOCard.

O PLENOCard é um cartão aceito em todo o território nacional, mas com foco maior na região Sul e na Grande Recife no estado de Pernambuco. Com ele você poderá efetuar pagamentos em até 3X, com toda a segurança oferecida pelo PagSeguro!

É o PagSeguro trazendo mais uma opção de pagamento para que os vendedores atinjam ainda mais clientes, e para que os compradores  tenham mais opções para efetuar o pagamento de suas compras.

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Erro de Encoding na validação dos POSTS

18 de novembro de 2011  | 

 

O que é?

Um dos erros mais comuns que alguns desenvolvedores tem ao integrar o PagSeguro é na validação das informações recebidas no Retorno Automático.

Isso normalmente ocorre quando há uma divergência na codificação de caracteres (encoding, charset) do sistema se comparada à utilizada pelo PagSeguro, no caso ISO-8859-1. Ou seja, é como se o sistema utilizado estivesse preparado para tratar as informações apenas em UTF – 8 e ao receber dados contendo uma codificação diferente, os caracteres aparecem “quebrados”, o que impede a interpretação correta dessas informações.

Veja o exemplo abaixo:

Como a palavra “Cartão de Crédito” possui caracteres especiais, no caso acentos, a informação referente a essa transação não foi validada devido ao erro de encoding.

Como corrigir?

Para corrigir o erro de acentuação, o sistema deverá trabalhar utilizando a mesma codificação utilizada pelo PagSeguro  (ISO-8859-1) ou converter os dados antes da manipulação dessas informações.

Uma forma simples de evitar erros de validação é utilizando a API de Notificações, pois o código enviado para o seu sistema não possui acentuação, o que facilita a integração, gerando mais segurança.

A API de Notificação funciona de forma parecida com o Retorno Automático de Dados, porém a etapa de verificação é realizada por um código que não possui acentuação, evitando o problema acima, além de possuir mais campos referentes à transação. Com isso você terá informações mais detalhadas e precisas sobre a venda de seus produtos.

Veja documentação sobre a API de Notificação.

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Pesquisa: como criar um sistema para medir as mídias sociais

07 de outubro de 2011  | 

Social Media Measurement Compass, Susan Etlinger
O Altimeter Group fez uma pesquisa ajudar as empresas a entender, interpretar e produzir dados sociais. Embora todas as empresas tenham, sim um sistema de monitoramento que funciona, poucas conseguiram resolver a questão da análise. A pesquisa “A Framework for social analysis” entrevistou quase 40 especialistas de diversas áreas, para entender como eles monitoram e analisam as mídias sociais. “É um instantâneo datado de um mercado caótico, confuso e fragmentado”, dizem as autoras, que foram financiadas pelo Altimeter Group.
/ppEnquanto as ferramentas para ouvir e analisar tenham começado a convergir, as de engajamento e publicação ainda estão separadas. “É um sintoma da imaturidade do mercado que as ferramentas ainda estejam isoladas. A análise social é ainda uma meta distante”, diz Susan Etlinger, uma das analistas responsável pelo estudo.
O relatório (em inglês e disponível para download) é um verdadeiro passo a passo de como pensar, planejar, medir e analisar os seus efeitos nas mídias sociais. Aqui uma tradução do resumo das recomendações.

  1. Crie um sistema para planejar a sua medição
    1. Comece com os seus objetivos de negócio e as estratégias para atingi-los.
    2. Identifique as métricas que correspondem aos seus objetivos (por exemplo, aumentar vendas, diminuir a necessidade do SAC, resolver os problemas antes que precisem do SAC)
    3. Alinhe suas métricas aos seus objetivos. Para isso:
      1. Use a bússola da Mídia Social (ilustração deste post) para definir o que é importante para o seu negócio
      2. Descubra como aprender sobre as suas iniciativas em mídia social.
      3. Desenvolva métricas para apoiar seus objetivos de negócio
      4. Use os exemplos de fórmulas para construir fórmulas personalizadas.
  2. Aprenda as limitações dos dados sociais
    1. Priorize a análise de texto, os idiomas e os filtros contra spam.
    2. Avalie como o comportamento dos usuários (como curtir, RT ou check-ins) afetam o seu negócio.
    3. Defina um dicionário com as palavras chaves importantes para o seu segmento e/ou empresa.
      1. Faça esta lista de forma clara e resumida.
      2. Atribua níveis de confiança para dados inconsistentes
      3. Dê preferência à métrica de resultados.
  3. Avalie de forma realista sua organização e as suas necessidades:
    1. Identifique seu modelo organizacional (centralizado, descentralizado, holístico?)
    2. A partir deste modelo, defina o papel e as responsabilidades do seu time:
      1. Quais recursos serão necessários?
      2. Quem vai definir a estratégia e os processos?
      3. Quem escolhe a ferramenta?
      4. Como você escolhe a ferramenta?
      5. Treinamento e educação
      6. Como você vai colaborar com outros grupos
    3. Se você decidir terceirizar o monitoramento:
      1. Equilibre expertise, habilidade analítica e domínio da ferramenta;
      2. Considere questões de sigilo
      3. Planeje a transferência de conhecimento
      4. Implante verificações e relatórios
      5. Compare os custos

Imagem: Susan Etlinger

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Use melhor os resultados de busca no seu site

08 de setembro de 2011  | 

3D Caracter and question mark, CC

Fato: quando um usuário faz uma busca no seu e-commerce, ele está mais interessado que outros. Esse cliente procura um produto especifico e, por isso, as suas chances de conversão são muito maiores. Por isso, é importante, fundamental você garantir que ele continue a tentar, mesmo que a busca não lhe dê o resultado esperado. Algumas estratégias bastante possíveis:

  • Use “Eu não entendi” – Uma das melhores soluções para um resultado não encontrado é a de corrigir os termos digitados. Você faz isso criando um dicionário e sugerindo correções. Complete com isso, o destaque para termos relacionados que estão no seu estoque – e deixe claro que é a palavra usada que não existe.
  • Outros resultados – Quando um cliente faz uma busca, a sua linguagem dá pistas sobre o que ele quer. Se a busca é “sapato marrom 41″ e não há esta combinação, ofereça sapato 41 nos resultados. É possível combinar os termos com seu banco de dados de muitas formas. Seja inteligente. E mostre, sempre, que usou outra combinação para os resultados exibidos, o que incentiva a continuidade das buscas.
  • Mude o filtro – Num estudo recente foi comprovado que outro fator que causa muitos “Nenhum Resultado Encontrado” são filtros em demasia. Por exemplo, o usuário faz a busca dentro na categoria errada. Nestes casos é importante mostrar que o resultado pode ser encontrado de outro jeito. Uma forma comum de fazer isso é mostrar as ocorrências do produto ou termo em toda a loja.
  • Aumente as bases da busca – Às vezes pode acontecer dos termos procurados não fazerem parte do nome do produto e sim das características ou ainda da descrição. Por isso é importante criar um mecanismo que faça a varredura no máximo de propriedades possíveis de um produto. Melhor ainda é mostrar essa informação na lista de resultados, porque é relevante que o cliente saiba onde se encaixa a sua pesquisa nos resultados apresentados.

Lembre também que, além destas estratégias, é importante monitorar as pesquisas no seu site. Elas mostram quais são os produtos mais procurados, novas palavras chave que são usadas e os termos que não retornam resultados – e merecem a sua atenção.

Via: E-Commerce News, ilustração em CC

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Use as mídias sociais para aumentar seu tráfego

13 de julho de 2011  | 

Social Media Bandwagon, por Matt Hamm, em CC

De acordo com um estudo da Verdict, muitas companhias de varejo estão falhando porque não usam as redes sociais para criar a identidade de sua marca. Um relatório da empresa sugeriu que medidas simples como a incorporação de vídeos via YouTube de desfiles de moda, ou entrevistas com designers, podem impulsionar o e-commerce de roupas e o engajamento do cliente com a marca.
Segundo Charlotte Woods, analista da Verdict “A maioria dos varejistas já reconhecem o valor das mídias sociais, mas poucos perceberam o seu potencial para impulsionar suas vendas online”. “Os varejistas têm a capacidade de aumentar os níveis de tráfego de suas lojas online usando mídias sociais para atrair os consumidores”.
O estudo sugere que os vendedores de todos os setores podem se beneficiar da criação de canais de varejo online que incentivem o entretenimento no seu público alvo.

Via E-commerce News, imagem: Matt Hamm, em Creative Commons

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PagSeguro e PerSe: para você ganhar dinheiro com suas obras

31 de maio de 2011  | 

O PagSeguro anuncia uma parceria para você que gosta de escrever. É uma parceria com o portal PerSe (Portal de publicação e comercialização de Livros e eBooks para Autores Independentes) A expressão PerSe vem do latim, que significa “Por Si Mesmo”. É um portal onde você tem total liberdade para escrever e publicar suas obras, totalmente de graça, sem intermediários, e com a segurança de que a obra será sua. No PerSe, você define, o preço, acabamento do livro, capa, enfim, você decide absolutamente tudo na sua obra. E ainda fica com 80% dos ganhos. Para mais informações, veja na área de dúvidas do site do PerSe.

O PerSe faz a venda da sua obra e deposita o dinheiro equivalente aos direitos autorais assim que o total de suas vendas atinja ou ultrapasse 50 reais em sua própria conta no PerSe. Quem vende não precisa ter conta no PagSeguro, só quem faz a compra. Faça seu cadastro no PagSeguro e compre livros na loja do PerSe.

Essa parceria com o PerSe mostra o caminho a quem tem o desejo de se tornar escritor, e quer ganhar dinheiro com isso. Muitas lojas virtuais aceitam PagSeguro que, além de disponibilizar 13 opções de pagamento, é um caminho simples, rápido e seguro.

A equação é simples: faça um livro de graça e venda-o de maneira simples e segura, sem sair de casa.

Conheça mais em: http://perse.doneit.com.br

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Crie e atualize suas páginas de termos e condições

25 de maio de 2011  | 

customer retention, enriqueburgosgarcia, CC

Crie contratos claros com o e-consumidor

É muito importante, sempre, manter suas condições de venda e uso do comércio eletrônico atualizadas. O Código de Defesa do Consumidor (CDC) pede que você, lojista, informe cada detalhe ao comprador, para evitar problemas. Escrever bem as páginas de Compras, Trocas e Devoluções; política de privacidade e Termos de Uso do seu site são importantes para este fim. Veja quais são os pontos fundamentais para seu site:

  1. Deixe claros os procedimentos de desistência (garantido pelo CDC); taxas cobradas; procedimento em caso de defeito de fabricação, avaria do produto na transportadora (se aplicável); e quem é responsável pelos custos de frete em cada caso possível.
  2. Estabeleça a responsabilidade do consumidor: dados corretos são fundamentais.
  3. Propriedade intelectual: se o seu site permite comentários, publicação de fotos ou vídeo por parte do cliente, é preciso criar uma cessão de direitos – e deixar claro que este material é de inteira responsabilidade do comentarista.
  4. Use linguagem simples e direta – use a linguagem mais simples possível, seja claro não alongue o assunto. Afinal, não são necessárias diversas rolagens de tela para garantir os direitos (seus e de seu cliente). Fuja do jargão jurídico, sempre.
  5. Tenha, em todas as páginas, os seus canais de atendimento para o caso de haver outras dúvidas. E eleja, nos Termos, o fórum jurídico para resolver as eventuais causas.
  6. Garanta a segurança dos dados – lembre de manter todos os dados de seus clientes a salvo. Ambientes criptografados e certificados são muito bem vindos.
  7. Acompanhe sempre as leis e atualize os textos quando necessário. Em caso de dúvida, escolha advogados especializados em comércio e direito eletrônico.

via E-Commerce Blog, imagem: enriqueburgosgarcia, CC

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Venda mais em sua região com seu e-commerce

18 de maio de 2011  | 

Critical Massive, Michael Holden, CC

Lembre sempre: é possível desenvolver um mercado local através da utilização do canal de internet ou do meio eletrônico. Afinal, a grande maioria dos novos lojistas no comércio eletrônico não são grandes varejistas, ou seja, têm uma ou poucas lojas físicas e logística também limitada. E o seu foco de atuação é regional. Como frete grátis, agilidade e serviço diferenciado são ouro na internet, os lojistas podem ganhar mercado em torno de sua localização.

Avise os internautas de sua cidade ou redondezas que eles têm descontos e/ou isenção no frete, e que para eles os produtos chegam antes! Os grandes varejistas eletrônicos já fazem isso nas regiões de seus Centros de Distribuição. Por que você, que é pequeno, não pode? É uma pequena mudança que vai te dar uma enorme vantagem competitiva. Afinal, a gente sabe que o internauta é ansioso e quer o produto em suas mãos o mais rápido possível.

Pensar macro por conta dos negócios na internet não quer dizer esquecer onde você está. Vale a pena desenvolver o seu mercado local – ganha você e todo mundo em torno.

Via E-Commerce Blog, imagem: Michael Holden, CC

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Blog do PagSeguro