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Ecommerce Tracking: versão beta disponível em inglês

Man analising, s_falkow, CC-BY-NC

A equipe de desenvolvimento do Google liberou, semana passada, um guia para a versão beta de rastreamento das operações de e-commerce. Estas ferramentas são fundamentais para coletar dados sobre as transações e itens no seu site.

Embora ainda estejam em inglês, é possível usar as instruções com qualquer tradutor automático. Implantar esta solução em seu site é altamente recomendável para que você tenha acesso a informações importantes sobre seus clientes, seus desejos e, também, para ações pós-compra, como disparo de newsletters e ações mais personalizadas – que estão em falta no e-commerce brasileiro.

Para ver o documento acesse: https://developers.google.com/analytics/devguides/collection/analyticsjs/ecommercehttps://developers.google.com/analytics/devguides/collection/analyticsjs/ecommerce

E aproveite para inovar no relacionamento com seus clientes.

Foto: s_falkow, CC-BY-NC

 

Web analytics: tome as melhores decisões

Content is King, Usability is Queen, Daniel Waisberg, CC

Web Analytics é a ciência que trata da medição das ações feitas em determinado site. Ferramenta fundamental na hora de tomar decisões quanto à presença online, fornece dados que permitem ver de forma clara o seu site, bem como avaliar suas ações – promoções ou campanhas, por exemplo. Existem várias ferramentas no mercado para a coleta destes dados. O importante, além dos números, é a sua interpretação.

Longe de fazer um passo a passo, a ideia aqui é oferecer informação para que você saiba o que é web analytics, possa se aprofundar no assunto caso tenha interesse ou contratar o serviço.

  1. Sobre os métodos: pode-se analisar os logs de acesso ou as tags de páginas. O segundo método costuma ser mais informativo; já que oferece
  2. O principal uso destes números é melhorar o site – seja ele um e-commerce, um portal ou um blog. Eles podem mostrar os pontos e você pode alterá-los para melhorar a experiência do usuário. Um item? Taxa de rejeição – que deve ser avaliada em conjunto com as páginas de saída ou outros indicadores para fazer sentido. É importante não ser simplista – um único indicador diz muito pouco. Ok, você conhece o tráfego através de pageviews e visitantes únicos. Mas o que realmente importa, no e-commerce por exemplo, é: quantos clientes chegaram ao carrinho? Quantos destes completaram a transação? É assim que seu site melhora – e se torna um negócio bem sucedido.
  3. Se você implantou o web analytics direitinho, é possível medir as campanhas de marketing digital com precisão milimétrica. Pense nisso agora e aperfeiçoe seu marketing cada vez mais.
  4. Cada setor do mercado tem uma realidade. Taxas de rejeição em torno de 80% são muito comuns entre blogs, por exemplo, mas podem ser altíssimas para outros sites.
  5. A interpretação varia conforme o que você está medindo. Portanto, é preciso estudar muito, conhecer as ferramentas e seus funcionamentos para conseguir implantar uma estratégia eficiente para você. Ah, sim, em geral o que funciona para o seu vizinho ou concorrente pode não funcionar para você. Conhecimento vale ouro, sim.

Como tudo na internet, a análise de dados tem um lugar para começar, mas nunca termina. O trabalho de otimização é constante – e sua medição também deve ser. Cada campanha, alteração ou promoção deve ser taggeada de forma clara para que você possa avaliar seu desempenho e fazer as correções necessárias. Inclusive em suas estratégias de divulgação.

Leituras recomendadas:

Imagem: Daniel Waisberg, CC

Quer conhecer o cliente? Pergunte ao seu site

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Informação é poder. Cada vez mais, as empresas se conscientizam de que saber o que seu cliente pensa é determinante para o sucesso e crescimento dos negócios online. Mais do número de acessos e volume de vendas, o perfil qualitativo do usuário fornece pistas preciosas para a expansão do negócio. Estes dados podem ser obtidos por meio das ferramentas de webanalytics. “Esta percepção está mudando a cara do mercado”, afirma Ruy Carneiro, sócio da WA Consulting, consultoria especializada na área. “O movimento se intensificou com a chegada do Google Analytics, que levou gratuitamente uma série de facilidades para as pequenas e médias empresas. Com isso, tivemos o crescimento do uso destas ferramentas, inclusive impulsionando os serviços pagos para fornecer informações que o Google Analytics não permite”.

Ruy Carneiro afirma que o grande nível de detalhe das análises disponíveis permite ir muito além das informações meramente quantitativas, como a quantidade de PageViews em um determinado período. “Limitar-se a dados quantitativos é como tentar descobrir o que está acontecendo com uma pessoa somente olhando a temperatura”, diz. “Os dados de webanalytics auxiliam a tomar decisões mais precisas quanto à orientação da área digital. Pode-se descobrir, inclusive, onde economizar; onde lucrar mais; como redesenhar os processos do site para que os clientes tenham uma experiência melhor em suas visitas”.

Com informações em mãos, cada área da empresa pode utilizar os dados da forma mais proveitosa a seus objetivos. “A equipe de produtos pode identificar o que está sendo mais comercializado em cada época do ano. Pode checar também o que a pessoa viu antes da compra, para criar vendas cruzadas no futuro”, exemplifica. “Os profissionais que cuidam de mídia podem identificar a qualidade de cada canal utilizado para a divulgação. A equipe de web pode identificar os ‘gargalos’ do site e definir mudanças para melhoria da navegação, através da reorganização dos processos e usabilidade. E assim por diante”. Para completar a análise, entram em cena outras ferramentas, como pesquisas qualitativas e de usabilidade. “Com estas informações, os gerentes de marketing e de mídia podem trabalhar com veículos que possuam um perfil mais coerente com o público que se quer atingir”.

Primeiros passos

Conheça as principais ferramentas existentes para obter informações sobre quem acessa seu site:

Veja aqui o estudo de mercado realizado pela WA Consuting sobre webanalytics no Brasil.

Imagem: handhakeI de oooh.oooh, no Flickr em CC