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Entrevistas com influenciadores do mercado de e-commerce e varejo

Entrevista com Mafê Mavromati do Panólatras

 

 

Mafê Mavromati é médica, ainda trabalha na sua área e gosta de empreender. Com uma filha especial de um ano e onze meses, ela quer muito ser dona do seu nariz e ficar mais em casa. Como já teve uma loja de bijus online, resolveu colocar no ar um novo projeto, o Panólatras. Criado com o SitePX, uma nova ferramenta brasileira de publicação que tem integração nativa com o PagSeguro, Mafê estreou há pouco mais de uma semana e já está vendo o resultado aparecer.

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Cruz e Ferreira usa e aprova o PagSeguro

A Cruz e Ferreira, empresa de Jacareí dirigida pelo jornalista Armindo Ferreira e suas sócias Juliana Cruz e Rosangela Oki, trabalha em comunicação digital no Vale do Paraíba, tanto produzindo conteúdo e realizando treinamentos, como organizando eventos. Armindo Ferreira conversou conosco sobre o uso que fazem do PagSeguro.

“A história com o PagSeguro começou em 2009, quando junto com um colega professor, criei o Social Media Vale do Paraíba. A ideia é trazer para cá informação sobre comunicação digital, afinal para qualquer coisa, a gente tinha que ir para São Paulo”, conta Armindo. Eles usaram o PagSeguro como meio de pagamento do evento e foi muito bom.

“Eu sou evangelizador do WordPress por aqui. Adoro a plataforma, acho muito boa e faço a maioria dos sites – inclusive o meu – com ela. Graças a um dos plugins do PagSeguro, o Shopping Cart, eu não precisei de programador para usar o PagSeguro: basta instalar o plugin e colar duas linhas de código ou um widget que o carrinho está pronto. A integração é perfeita e funciona muito bem”, diz.

A partir daí, Armindo se entusiasmou. Ele usa o sistema para gerenciar o pagamento de seus treinamentos e também para todos os eventos que inventa no interior. O último foi o Comunicavale 2011, que reuniu profissionais locais e de outras cidades do Brasil para discutir comunicação. “PagSeguro é dor de cabeça zero”, diz Armindo.

E a gente, aqui, fica feliz por ajudar mais um empreendedor a ter sucesso – e espalhar conhecimento por aí.

Arte da Amazônia para o mundo: Mari Bueno

Mari Bueno

A artista plástica Mari Bueno mora em Sinop, Mato Grosso, à beira da Floresta Amazônica, há 32 anos. Há 10 anos atrás criou o seu primeiro site, um mostruário com suas obras – que sempre gerou visitas e consultas. Há coisa de um ano, uma amiga de Londrina, Paraná, sugeriu que também vendesse suas obras online. Demorou um pouco, mas em dezembro, Mari colocou no ar seu novo site, em que vende as suas telas e suvenires em que elas são aplicadas. A temática principal é a Amazônia e também a arte sacra, em que acabou de se especializar.

Além de administrar sua galeria em Sinop, Mari também está pintando a Catedral da cidade. O trabalho, de 400 m2, coloca a artista sobre os andaimes todos os dias. Para completar, agora ela também cuida da administração do site que, segundo ela, “está em fase de experiência”, com a ajuda de uma nova funcionária, uma administradora contratada só pra isso. Se as vendas ainda não chegaram ao que Mari quer, com o e-commerce, conquistar o Brasil e o mundo com a arte inspirada na Amazônia.

O site, muito bem estruturado e integrado com o PagSeguro, transformou a administração da galeria. “Agora também temos que olhar a logística, transporte, pagamento e há mais contato com o cliente”, conta. Aliás, ela faz questão do feedback dos clientes e visitantes para melhorar o serviço. O trabalho, executado pela mkx de Londrina, tem como objetivo não só vender, mas também divulgar o trabalho de Mari – que já participou de diversas exposições.

PagSeguro garante o bem-estar dos campuseiros

fotos: Graziela Poninatti/KaduFilms

Nos três últimos dias: quarta, quinta e sexta-feira (18, 19 e 20 de janeiro), o PagSeguro colocou cinco massoterapeutas na Arena da CampusParty Brasil 2011 percorrendo as bancadas. Um alívio para os participantes do evento que, carregados com equipamento e pelos longos períodos sentados na bancada, ficam com os ombros mais que tensionados.

A equipe foi recebida com alívio em todas as áreas – e sem pausa no mouse – e ajudou a enfrentar a maratona de palestras e atividades.

Confira vídeo com o resumo da participação do PagSeguro na Campus Party 2011.

Nos vemos em 2012.

Leilão divertido com o Mukirana.com

Mukirana Leilões

Os sites de leilão não são nenhuma novidade na internet. Arrematar produtos por um preço camarada é interessante para quem está online, sem dúvida. Gerenciar o negócio e garantir sua idoneidade é outra questão, absolutamente diferente. No Mukirana.com você compra pacotes de lances e, ao perceber um produto que deseja, pode começar a fazer ofertas antes mesmo do cronômetro disparar. O sistema permite a disputa de um produto por vez e coloca no ar as ofertas disponíveis para três dias. O site trabalha com produtos de lojas conceituadas (Submarino, Americanas e Shoptime) e garante entrega, desde que o usuário faça o pagamento do preço arrematado e do frete (que fica disponível antes mesmo do leilão começar). Veja nossa entrevista com Laurindo Neto sobre o negócio.

Sites de leilão têm um efeito de atrair e ao mesmo tempo causar desconfiança. Esta é uma barreira para o usuário comum?

Laurindo Neto: O usuário comum tem um receio no início pelo novo, mas oferecemos diversos sistemas de seguranças contra fraudes que faz com que o usuário fique mais confiante. A pontuação do Mukirana.com no PagSeguro, que é o sistema de pagamentos mais confiável no Brasil, é de 100% – e isso influi muito na credibilidade dos internautas em nossa empresa. Outras formas de aproximarmos nossos usuários é através de nossa comunidade no orkut (hoje com pouco mais de 1.400 membros), que é aberta e sempre tem relatos das experiências de nossos usuários. O twitter do Mukirana.com já possui mais de 12.500 seguidores e tem sido um dos principais meios de interação.

Outra dúvida: qual é o preço que o usuário realmente paga? Continue lendo

Entrevista: Cão sem Dono

Cão Sem Dono

Cão Sem Dono é uma ONG que existe há quatro anos para retirar cachorros das ruas e lutar contra o abandono de animais. Para se ter uma idéia, segundo a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, há mais de 1,4 milhão de animais abandonados no município de São Paulo. O trabalho da equipe, é conscientizar as pessoas, realizar mutirões de castração em comunidades carentes e resgatar os cães abandonados.

Os “sortudos” que são retirados das ruas ficam num lar transitório instalado em um sítio com 20 canis, onde recebem primeiros cuidados, consulta veterinária, castração, vacinação e vermifugação. Depois de estarem com a saúde 100%, os cachorros são oferecidos em feiras de adoção. Como todos os que trabalham nesta área, a Cão sem Dono luta com a falta de recursos e insensibilidade. No fim de maio, a ONG marcou mais um gol, com a conquista de uma feira permanente que acontece todos os sábados, na Cobasi Morumbi (Av. Giovanni Gronchi, 5411), das 11h às 20h.

Hoje o que o mais o Cão Sem Dono precisa é de novos parceiros que possam oferecer espaços em suas lojas para a instalação de outros pontos de adoção e patrocinadores para suas feiras de adoção. Uma feira como a da Cobasi custa R$ 6.000,00 por mês. Conversamos com o seu fundador, Rafael Miranda, para conhecer melhor o seu trabalho.

Vocês têm quase 200 cães abrigados, quanto custa manter todos estes animais?
Não é fácil manter esses animais e toda a estrutura que temos hoje. São 196 cães dentro do lar transitório o custo para manter cada animal é de R$ 170,00 reais. São quase R$ 30.000.00 (trinta mil reais) por mês.

A loja e as doações dão conta das necessidades da ONG?
Infelizmente, não. A loja ajuda, as doações são fundamentais, mas ainda não conseguimos chegar ao valor que precisamos para pagar todas as despesas que tempos. Nossa arrecadação total chega a R$ 25.000.00, ou seja, gastamos mais do que arrecadamos e todos os meses estamos no vermelho. Mas, graças a Deus, nunca faltou nada para os nossos animais.

Manter o site ajuda no trabalho?
Claro, o site é o nosso cartão de visita. Pessoas em outros estados ou países que não podem vir aqui visitar e conhecer, podem fazer essa visita pelo site. Além disso, ele dá mais credibilidade ao nosso trabalho, mostra um pouco mais do Cão Sem Dono, ajuda na arrecadação das doações e é lá que funciona a nossa loja virtual, já que não temos dinheiro para manter uma loja fixa. E o mais importante: é por lá que saem a maioria de nossas adoções, pois em geral, o primeiro pedido de adoção é via site.

Por que as pessoas resistem a adotar – e continuam a preferir cachorros de raça?
Na verdade essa postura está mudando, diria até que bastante rápido. A Cão Sem Dono, por exemplo, doa mais animais do que os nossos próprios parceiros quem vendem animais de raça. Dividimos o mesmo espaço e doamos mais do que eles vendem. E olha que estamos no Morumbi, um bairro onde as pessoas tem poder de compra. Muitas das pessoas compram animais de raça porque não sabem que existem animais para adoção.

A conquista da feira permanente de adoção na Cobasi Morumbi ajudou? Quantos cães já foram doados por lá?
Tudo ajuda. Esse espaço que conseguimos na Cobasi do Morumbi era um sonho pra gente, queríamos um espaço permanente, mas todos os locais onde fazíamos feira não ofereciam uma estrutura boa e segura para os nossos animais. Conseguimos doar até agora 20 animais na Cobasi. É um número muito bom pra quem está lá há menos de um mês. Sem contar as doações que ganhamos dos clientes da loja – muitos já tem animais e não podem adotar, então ajudam doando um saco de ração.

Entrevista: Alexander Ferraz Taboa, do Peixe Urbano

Peixe Urbano

Lançado em março deste ano, o Peixe Urbano inaugurou uma nova tendência no e-commerce brasileiro: oferta de serviços com desconto para os clientes cadastrados. Exemplo? Três meses de DVDs em casa da Blockbuster online com 98% de desconto – de R$ 149,70 por R$ 3 (sim, três, reais!), durante os primeiros três meses. Este é o grande diferencial do Peixe Urbano: oferta de serviços, coisa rara no e-commerce. Inspirado no GrupOn, serviço norte-americano, tudo começou no Rio de Janeiro – e a expansão será rápida: o serviço já está em São Paulo e Curitiba e até o fim de 2010, estará em todas as grandes cidades brasileiras. Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador e Recife serão as próximas.

Quem conversou conosco foi Alexander Ferraz Taboa, 30 anos, fundador do Peixe Urbano junto com Julio Vasconcelos. Alex é filho de uma brasileira com um americano – sim, ele tem sotaque – e viveu nos Estados Unidos até poucos anos. Veja o que ele nos contou sobre o serviço:

Como está a aceitação do Peixe Urbano?
No Rio, temos uma fila de espera de um mês para as ofertas. Em São Paulo estamos crescendo. A grande surpresa foi a demanda de Curitiba, muito grande se pensarmos no tamanho da cidade e da população.

Vocês contam o número de usuários?
Não, mas eu posso dizer que desde que entramos em operação o número de cadastros dobra todos os meses.

Qual o tamanho da equipe?

A equipe técnica, para manutenção do site e dos servidores não precisa ser grande. Mas temos equipes de vendas grandes em cada cidade em que estamos ou estaremos.

Como vocês fizeram o marketing do serviço? Continue lendo